Lição 8

04/07/2010 03:14

A MALÍCIA DESTRÓI OS BONS SENTIMENTOS

 

LEITURA BÍBLICA

(2 Samuel 11.14-18,22,24,25)

 

TEXTO

"Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias e toda a malícia seja tirada de entre vós". (Efésios 4.31)

 

PALAVRA INTRODUTÓRIA

A malícia é uma tolerância para o mal que não se expressa à primeira vista. A malícia, inicialmente, fica encoberta e passa despercebida. A pessoa maliciosa maquina o mal em seu coração e suas ações são sutis, como se fossem uma teia para envolver a pessoa que se encontra em sua mira.

A realidade da malícia: a malícia está incluída na classe das obras da carne (GL 5.19,20), assim sendo, é contraditória à vontade de Deus. É obra dos ímpios, daqueles que vivem sujeitos ao poder do pecado. Desde que a pessoa é nascida de novo, deve cuidar para praticar tais obras e esforçar-se para crescer no conhecimento das coisas relacionadas à vida espiritual.

1.1 O que a malícia representa: a malícia representa uma tendência vigorosa para o mal, má índole, esperteza, astúcia, habilidade para enganar, artimanhas, falsidade, intenção maldosa, fingimento. Ela se apresenta com uma enorme disposição para prejudicar, de forma astuta e sutil, porém baseada no ódio.

1.2 Como a malícia se apresenta: A pessoa maliciosa é criativa e, em consequência disso, usa diversas maneiras para praticar  seu desejo.

1.2.1 Tudo começa com coisas pequenas: através de um olhar, um gesto, uma conversa, até mesmo interpretação errada daquilo que foi dito, também na maneira de vestir para chamar a atenção, tudo isso é resultado de uma mente poluída pela maldade.

1.3 Recomendações bíblicas: o apostólo Paulo recomendou, em sua carta aos coríntios: "Vigiai, estai firmes na fé: portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos" (1 Co 16.13).

2.1 Exemplos que trazem juízo de Deus: a Bíblia registra casos de várias pessoas que, usando de má fé, malícia ou astúcia conseguiram concretizar seus desejos. Mas o resultado foi reprovação de Deus e consequentemente o Seu juízo.

2.2 Todos estão sujeitos a errar: a fraqueza é própria da natureza humana. Citemos o caso do rei Davi que era um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13.13,14).

2.3 Persistindo no erro: o pecado cauteriza a mente do homem. Foi o que aconteceu com Davi. Ainda mais com o agravante do fruto do pecado. Pelo contratório, ele procurou um meio para encobrir o seu erro e assim mandou buscar Urias à sua presença, tentando transferir o acontecimento para ele.

O arrependimento traz perdão: Deus usa diversas maneiras para tocar o coração do homem e fazê-lo conscientizar-se dos erros cometidos. Então, é a vez do livre-arbítrio: ou o homem se arrepende e se conserta recebendo perdão, ou continua no erro e sofrerá as consequências.

3.1 É bom quando o homem  assume seus atos: ao ouvir a parábola o rei indignou-se com a atitude do homem rico. Então, o profeta deu a interpretação da narrativa: "tu és este homem" (2 Sm 12.7).

 

CONCLUSÃO

Deus é o mesmo em todos os tempos. As suas misericóridias são infinitas. A malícia é um pecado terrível que desencadeia uma série de outras atitudes maléficas. Mas seja qual for o tipo de pecado e duração do mesmo, o homem que se arrepende é alcançado pela misericórdia e pelo perdão divino.


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